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Luciano há 2 anos Responder
Fake... O que possibilita um veículo ser controlado é a força de atrito, que é exatamente o que impede que esse veículo deslize e perca o controle. A força de atrito é uma resposta do terreno ao peso do veículo, e atua diretamente nos pneus. Ela depende do coeficiente de atrito entre pneu e solo e também da intensidade do peso do veículo, que por sua vez é transferido para o solo. O peso do veículo, por sua vez, é uma força sempre vertical. O que nos leva ao seguinte cenário: peso age na vertical, porém o "solo" no caso também é vertical, ou seja, paralelo ao peso. Dessa forma, o peso nunca irá atuar sobre o solo, pois eles são paralelos, e nesse caso o atrito é zero, impossibilitando o controle do veículo. O que ocorreria seria como tentar dirigir um carro sobre uma superfície congelada. A bicicleta foi real, e só foi possível devido à força gerada pela inércia do movimento. Por frações de segundos, a força decorrente da energia cinética e da inércia substituiu a força peso na geração da força de atrito. É o que ocorre em um "looping". No looping, temos também a ajuda da força centrífuga. Quando a transferência de peso devido à energia cinética e à inércia acaba, a bicicleta "cai" de volta para a rampa. Com o carro também aconteceria isso, daria para no máximo tocar a parede por frações de segundos e precisaria ser já fazendo a curva para tomar o caminho da rampa de descida. Por isso, a subida seria curtíssima, não daria para atingir muita altura. A única maneira para tornar aquela subida longa possível seria acrescentar forças externas para substituir o peso na geração da força de atrito, como por exemplo se tivéssemos a adição de magnetismo. Belos efeitos especiais !!! ;)
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